Implantes e protocolo · Passos-MG
Raio-X panorâmico, escaneamento e planejamento digital. Você sai da primeira consulta sabendo o que tem, o que dá para fazer e quanto custa.
Quando cada profissional diz uma coisa diferente, o problema deixa de ser o tratamento. O problema passa a ser saber em quem confiar.
Estas são as perguntas que nós faríamos, se estivéssemos no seu lugar. Faça a todas as clínicas — inclusive a esta.
Um bom profissional não fala só dos benefícios. Ele explica as limitações, os riscos, o pós-operatório e o motivo de cada decisão. Quem precisa esconder os pontos difíceis costuma estar mais preocupado em vender do que em orientar.
É o próprio responsável pela clínica? Qual é a formação dele? Há quanto tempo trabalha com implantes? Quantos casos parecidos com o seu ele já executou?
Por que aquele tratamento foi indicado? Quais são as alternativas? O que muda se você escolher um caminho diferente?
Decisão importante não combina com urgência artificial. Um profissional seguro do próprio trabalho prefere que você entenda o tratamento antes de decidir.
Se, depois de fazer todas essas perguntas, você concluir que a Sorria Passos é a melhor escolha, ótimo. Mas se escolher outra clínica, esperamos que seja porque ela respondeu a todas elas com a mesma transparência.
Instalar um implante é técnica dominada há décadas. O que separa um caso previsível de um caso problemático é o que se decidiu antes: onde o osso aguenta, qual o eixo, qual a prótese, em que ordem.
Resolvido na tela, a cirurgia vira execução.
Não resolvido, a cirurgia vira descoberta — e descoberta, dentro da sua boca, é exatamente o que ninguém quer.
Aqui, nada é decidido na cadeira.
Dente ausente é osso sem carga. Osso sem carga reabsorve — devagar, em silêncio, todo mês.
Isso não é argumento de venda. É o motivo pelo qual o mesmo caso, avaliado hoje, costuma ser mais simples do que o mesmo caso avaliado daqui a dois anos.
Não estamos te apressando.
Estamos te informando.
Antes de qualquer conversa sobre tratamento, olhamos o osso. A imagem responde o que o exame clínico não responde.
Sua boca é escaneada e o caso é montado na tela: posição de cada implante, prótese, sequência. É aqui que o resultado é decidido.
Sem improviso. Sem surpresa. Sem “vamos ver quando abrir”.
Conduz o implante do começo ao fim: cirurgia e prótese. Um caso, um responsável.
Reabilitação oral e estética em porcelana. Planeja o caso e devolve a função.
É a frase que mais ouvimos — e quase sempre ela veio de uma avaliação feita sem imagem. Casos difíceis existem. Casos impossíveis são raros. A diferença entre os dois só aparece no raio-X.
Pouco osso muda o plano, não o encerra. Existem técnicas para reconstruir, e existem casos em que a região precisa ser preparada antes. Qual dos dois é o seu, só a imagem responde.
Idade não é contraindicação. Saúde é. Um paciente de 70 anos bem avaliado corre menos risco do que um de 45 mal avaliado.
A cirurgia é feita sob anestesia local, e a maior parte dos pacientes relata o pós-operatório mais tranquilo do que esperava. Aqui, o medo costuma ser maior que o procedimento.
Não. A solução provisória faz parte do plano — e ela é definida antes da cirurgia, não depois.
Você sai com o plano por escrito e leva para casa. Pode consultar quem quiser. Não vendemos tratamento na primeira consulta — apresentamos diagnóstico.
“Meus dentes estavam muito desgastados e eu sinceramente não imaginava que ainda fosse possível recuperar meu sorriso. A equipe da Sorria Passos me mostrou que era possível. Fiz uma reabilitação completa em porcelana e o resultado superou minhas expectativas.”
“Meu Deus... ficou muito natural! Quem fala que eu não nasci com esses dentes? Eu simplesmente amei o resultado.”
“Muita gente tem elogiado meu sorriso e até pedido o contato da clínica. Realmente transformou meu sorriso. Estou muito feliz com o resultado.”
Você não precisa fechar tratamento na primeira consulta. Precisa sair dela sabendo o que tem.
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